Para que serve
Automação é o jeito de dizer ao Notifique: “quando isto acontecer, faça aquela sequência” — por exemplo mandar e-mail de boas-vindas, esperar alguns dias e mandar outro lembrete, ou escolher um caminho diferente se o cliente for plano A ou B. Você monta o roteiro (no painel ou pela API). Quando o gatilho dispara, o sistema cria uma execução e vai seguindo os passos: envios, esperas, condições, atualizar contato, encerrar um ramo, etc. Assim você não precisa reimplementar fila, retry e acompanhamento na mão para cada jornada.Por que isso importa
- Menos trabalho repetido — cadastro, pagamento, onboarding: o mesmo padrão de avisos sai do motor, não de um script solto.
- Um lugar só — o mesmo fluxo que você desenha no painel pode ser criado ou ajustado pela API, se a equipe preferir versionar em código.
- Visibilidade — cada disparo gera execuções que dá para listar e abrir: o que já rodou, o que falhou, quando — útil para suporte e auditoria.
Em três ideias (sem se perder no jargão)
- Evento — um nome para o fato que aconteceu no seu produto (
user.signed_up,order.paid…). Opcionalmente você define quais campos o disparo deve trazer, para barrar payload errado. - Automação — o grafo: começa no gatilho (esse evento ou uma mensagem recebida em WhatsApp, Telegram ou SMS), depois os passos em sequência. Pode ficar ligada ou pausada.
- Execução (run) — cada vez que alguém dispara o evento (ou chega a mensagem que casa com o gatilho), nasce uma corrida daquele roteiro para aquele destinatário.
O que você pode fazer no painel
Editor visual do fluxo, ligar e desligar automações, ver execuções e configurar gatilhos por mensagem recebida nos canais, quando fizer sentido para o seu negócio.O que você pode fazer por integração (API)
Cadastrar eventos, criar e atualizar automações, disparar (POST /v1/events/send), parar uma automação com esforço de cancelar o que ainda não rodou, e ler listas e detalhes de execuções.
A chave de API já está ligada a um workspace — não envie x-workspace-id na API v1. Os caminhos exatos, campos e códigos de erro estão no OpenAPI de automações.
Disparo mais comum
Seu backend chama o envio de evento com nome do evento, quem é o destinatário (contato, e-mail ou telefone) e dados (payload). O servidor valida o que você definiu, acha o contato e cria uma execução por automação habilitada que escuta aquele nome.
Para não duplicar jornada em retry de rede, use Idempotency-Key nesse disparo.
Gatilho por mensagem (resumo)
Além do evento vindo da sua API, dá para iniciar fluxo quando chega mensagem em WhatsApp, Telegram ou SMS. O roteiro (espera, envio, condição…) reutiliza os mesmos tipos de passo; mudam o começo e os dados iniciais da execução. Condições nesse modo olham o texto recebido. O Quick Start traz referência rápida a condições e encerramento de ramo; o OpenAPI e o painel fecham o detalhe de cada campo.Alguns detalhes que evitam surpresa
- Várias automações no mesmo evento — um disparo pode gerar várias execuções se mais de uma jornada “escutar” o mesmo nome de evento. Planeje volume e custo dos canais.
- Pausar com força — existe rota para desligar a automação e tentar cancelar o que ainda não rodou (abordagem best-effort; o que já terminou fica no histórico).
- Condição no grafo — todo passo do tipo “se / senão” precisa de dois caminhos explícitos (verdadeiro e falso). Dá para aninhar várias decisões em sequência.
Escopos (o que pedir na chave)
events:read/events:write— cadastro de eventos e disparo.automations:read/automations:write— automações, parar, listar e ver execuções.
Próximos passos
- Quick Start — do primeiro evento ao primeiro disparo
- Quick Start de templates — modelos usados nos passos de envio
Resumo em uma frase (para colar em outro lugar)
Automações no Notifique ligam “algo aconteceu no meu sistema ou no canal” a uma sequência de passos (avisos, esperas, ramificações), com painel e API no mesmo motor e execuções que dá para acompanhar.
